[…] é te levar, pra qualquer lugar, pegar algumas conchas, se perder no mar, mas só pra te levar, pra te ter por um instante, pra revogar a saudade que em mim se abriga, e te chamar, encostar em você, e dizer uma coisa boba, ou cantar, cantar pra você dormir, ou pra te incomodar, mas cantar, sem motivo algum, dividir um sorriso, dividir um respirar, só você, eu e o meu mar.